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Porteiro foi levado para depor, mas não é suspeito no assassinato de corretora em Caldas Novas, diz polícia

Publicada em 29/01/26 às 07:06h - 58 visualizações

por Rádio Maranata FM


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 (Foto: Rádio Maranata FM)

A Polícia Civil de Goiás afirmou que o porteiro do prédio onde a corretora de imóveis Daiane Alves de Souza, de 43 anos, foi assassinada, em Caldas Novas, não é considerado suspeito de participação no crime. De acordo com entrevista concedida à repórter Rafaella Barros, o funcionário foi ouvido durante a investigação para esclarecer divergências nos relatos sobre a troca de turno da portaria, que ocorreu no mesmo horário do desaparecimento da vítima. 

O caso é investigado como homicídio e ocultação de cadáver. O principal suspeito é o síndico do prédio, Cléber Rosa de Oliveira, que está preso temporariamente. O filho dele, Maicon Douglas de Oliveira, também foi preso, suspeito de obstrução da investigação policial. 

A corretora de imóveis Daiane Alves de Souza, de 43 anos, foi encontrada morta após ficar mais de 40 dias desaparecida, em Caldas Novas. Segundo a Polícia Civil, o corpo de Daiane foi localizado em uma área de mata após o síndico indicar o local, e a investigação aponta que o crime ocorreu no subsolo do condomínio, em um ponto sem cobertura de câmeras.

Divergências na troca de turno

Segundo a Polícia Civil, Daiane desapareceu no momento exato da troca de turno da portaria. O porteiro que encerrava o expediente chegou a conversar com a corretora pouco antes de ela descer ao subsolo do prédio. Em seguida, ele deixou o local, e o controle da portaria passou a ser feito pelo funcionário que assumia o serviço naquele horário. 

De acordo com os investigadores, esse intervalo é considerado relevante para a apuração, já que coincide com os últimos registros da vítima circulando pelo prédio. Durante a análise dos depoimentos, a polícia identificou inconsistências nos relatos do porteiro que entrou no turno. 

Porteiro foi ouvido e liberado

A Polícia Civil informou que o porteiro foi levado para prestar depoimento com o objetivo de esclarecer essas divergências, mas destacou que não há indícios de envolvimento dele no assassinato ou na ocultação do corpo. Após ser ouvido, o funcionário foi liberado. 

Segundo os investigadores, o porteiro aparece no inquérito apenas como testemunha. As apurações seguem concentradas na conduta do síndico Cléber Rosa de Oliveira, apontado como autor do crime, e do filho dele, Maicon Douglas de Oliveira, suspeito de ter auxiliado o pai após o homicídio. 






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