

O subtenente já está afastado das funções públicas por 120 dias, por determinação da Secretaria de Defesa Social (SDS), e cumpre prisão preventiva no Centro de Reeducação da Polícia Militar (Creed). O prazo de afastamento ainda pode ser prorrogado enquanto as investigações do caso estão em andamento.
Além do subtenente denunciado, a Corregedoria da SDS instaurou um conselho de disciplina para investigar outros dois policiais militares que estavam de plantão no dia do crime: o 3º sargento William Francisco da Silva e o soldado Ariel Lins da Silva.
Segundo apurado anteriormente, a vítima foi parada em uma falsa blitz na PE-60. O subtenente Luciano Valério a levou para o posto policial alegando que ela queria água. A vítima negou a versão do acusado. O estupro teria ocorrido no dormitório do posto, que não possui câmeras de segurança.