

O levantamento ouviu 2.432 pessoas de 16 a 65 anos em todo o país, entre 11 e 26 de agosto. A margem de erro máxima da pesquisa é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
A questão econômica é mais sensível entre as mulheres (36%) do que entre os homens (33%). O custo que mais pesa é o preço dos ingressos, citado por 22% dos entrevistados, seguido pelo transporte, mencionado por 19%. O impacto negativo dessas barreiras aumenta conforme o porte do município. A falta de dinheiro é apontada por 43% dos moradores de cidades grandes, enquanto o índice cai para 29% entre residentes de municípios pequenos. No quesito insegurança, os percentuais são de 49% e 26%, respectivamente.
Entre os que citam a violência, 47% dizem temer assaltos ou furtos nos espaços culturais, e 42% reclamam da falta de policiamento nos arredores. Outros 23% mencionam a insegurança no transporte público, e, entre as mulheres, 28% relatam receio de violência de gênero ou assédio nos espaços culturais ou no trajeto até eles.